A Secretaria de Saúde de Patos, por meio da Vigilância Ambiental, traz adequações e orientações aos agentes de combate a endemias (ACE) sobre a vigilância e controle de zoonoses durante a atual situação epidemiológica referente ao Coronavírus (COVID-19).
As recomendações são do Ministério da Saúde através da nota informativa nº 08/2020.
Entre as recomendações do MS estão: não realizar atividades no interior do domicílio, a visita do ACE está limitada a área externa do domicílio como jardim, fundo do quintal, lateral da casa; estimular o autocuidado da população sobre as ações de remoção mecânica dos criadouros do mosquito Aedes Aegypti entre outras medidas de prevenção e de controle da doença.
Segundo a coordenadora da Vigilância Ambiental do município de Patos, Elisangela Queiroz, a recomendação da orientação deve ser realizada na distância mínima de dois metros ou por interfone.
As medidas recomendadas para evitar a proliferação do mosquito são as mesmas: não deixar água acumulada em pneu, garrafas e lajes, não deixar acumular água em recipientes pequenos, lonas e brinquedos, eliminar a água dos pratos das plantas, tampar tonéis e caixas d’água, manter as calhas sempre limpas, remover as folhas e tudo o que impeça da água escorrer, manter lixeira bem fechada, lavar com água e sabão locais que tenham acúmulo de água como tanques e cisternas, tratar com cloro a água das piscinas. Àquelas piscinas que estiverem fora de uso devem ser cobertas com lonas.
Elisangela Queiroz reforçou a orientação com relação ao distanciamento.
“Exige-se o distanciamento mínimo de dois metros entre os agentes e as pessoas presentes no momento da visita. A gente gosta de ressaltar que essa situação de pandemia é dinâmica e os processos de trabalho necessitam de constante reavaliação e planejamento, conforme os fluxos, protocolos e notas técnicas vigentes, sendo que elas são atualizadas todos os dias”, explicou.
A coordenadora pediu que a população redobre os cuidados com o mosquito do Aedes Aegypti, pois, as doenças causadas por ele, como a dengue, zika e chikungunya são graves e podem matar.