Imprimir Por Coordecom Quinta-Feira - 6 de Fevereiro de 2014
De acordo com o secretário de Controle Interno do Município, Joanilson Guedes, as denúncias são graves e colocam em discussão a legitimidade de movimentos que deveriam ser democráticos. “Estamos solicitando ajuda ao Ministério Público no sentido de elucidar se esses movimentos, que se apresentam como democráticos, o são de fato. Precisamos saber ainda se há uma ligação direta com a incitação ao ódio e à violência. O que verificamos nos áudios é que o próprio organizador fala livre e abertamente sobre os procedimentos a serem tomados, no que diz respeito aos trâmites jurídicos, o uso de veículos de comunicação para propagar e maquiar a organização do movimento como sendo algo bom e a incitação à destruição do patrimônio público. Isso tem que ser apurado”, relatou.
A denúncia foi protocolada mediante apresentação de áudios de uma reunião para discutir os caminhos de novas manifestações contra a Prefeitura de Patos. Os áudios, que estão em posse do Ministério Público, revelam ainda o uso da fé e da religião para atos de difamação da Prefeita de Patos, assim como o uso de veículos de comunicação para propagar o ódio contra a administração pública e para o processo de vitimização dos organizadores dos manifestos.
“É inadmissível que tenhamos, em pleno século XXI, pessoas utilizando a fé em Deus e ritos religiosos, a exemplo do momento das preces realizadas nas missas, para se vitimizar e fazer propagar a ideia de que a prefeita Francisca não cumpre a lei. Outro ponto gravíssimo é a tentativa de envolver indiretamente a Diocese de Patos em uma discussão contra a Prefeita Francisca. Esses atos organizados com o intuito de denegrir a imagem da gestora tem que acabar”, pontuou.
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