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Sala de Vacina: Secretaria de Saúde realiza capacitação profissional

Por Coordecom Quinta-Feira - 7 de Janeiro de 2010


A Secretaria Municipal de Saúde realizará nos próximos dois finais de semana sábado, dia 9, e sábado, dia 16, a partir das 7h:30min da manhã, uma capacitação para os profissionais das salas de vacina das Unidades de Saúde da Família.

De acordo com a secretária adjunta de saúde, Nadigerlani Rodrigues, o objetivo principal do curso de Sala de Vacina é “capacitar os profissionais, aprimorando conhecimentos para atingir melhores números de vacinação em 2010 e melhorar a qualidade da assistência prestada a população patoense”.

Nadigerlani Rodrigues lembra ainda que a efetivação do trabalho das equipes da sala de vacina, apesar da capacitação profissional, estão diretamente ligadas à procura da população pelos serviços. “Deixamos um apelo sobre a importância de manter em dia o cartão de vacinação. As crianças precisam do cartão de vacinação, assim como os adolescentes e os adultos e idosos precisam. A população deve atender ao chamado dos agentes comunitários de saúde quando estes passam de casa em casa lembrando o calendário de vacina”, disse.

Sobre a falta da vacina tetravalente e contra a poliomielite em alguns postos de saúde a secretária adjunta de saúde explica que isso se dá por conta do não cumprimento do calendário de vacinação. “Dessas vacinas nós recebemos cada frasco com 10 doses, ela depois de aberta só pode ser utilizada até cinco dias. O ministério da saúde preconiza que, se aparecer apenas uma criança para ser vacinada, a vacina deve ser feita. Se em cinco dias nenhuma criança procurar pela vacina as outras nove doses se perderão, por isso é tão importante atender aos chamados do agente comunitário de saúde e seguir a risca o calendário de vacinação”, esclarece.

A capacitação profissional terá início às 7h:30min e se estenderá até as 17:00h e será realizado no auditório da Secretaria de Saúde, na antiga Unimed.

Acompanhe o Calendário Básico de Vacinação da Criança

IDADE

VACINAS

DOSES

DOENÇAS EVITADAS

Ao nascer

BCG - ID

dose única

Formas graves de tuberculose

Vacina contra hepatite B (1)

1ª dose

Hepatite B

1 mês

Vacina contra hepatite B

2ª dose

Hepatite B

2 meses

 Vacina tetravalente (DTP + Hib) (2)

 1ª dose

 

Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio)

1ª dose

Poliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) (3)

1ª dose

Diarréia por Rotavírus

Vacina tetravalente (DTP + Hib)

2ª dose

Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

4 meses

VOP (vacina oral contra pólio)

2ª dose

Poliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) (4)

2ª dose

Diarréia por Rotavírus

6 meses

Vacina tetravalente (DTP + Hib)

3ª dose

Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio)

3ª dose

Poliomielite (paralisia infantil)

Vacina contra hepatite B

3ª dose

Hepatite B

9 meses

Vacina contra febre amarela (5)

dose inicial

Febre amarela

12 meses

SRC (tríplice viral)

dose única

Sarampo, rubéola e caxumba

15 meses

VOP (vacina oral contra pólio)

reforço

Poliomielite (paralisia infantil)

DTP (tríplice bacteriana)

1º reforço

Difteria, tétano e coqueluche

4 - 6 anos

DTP (tríplice bacteriana

2º reforço

Difteria, tétano e coqueluche

SRC (tríplice viral)

reforço

Sarampo, rubéola e caxumba

10 anos

Vacina contra febre amarela

reforço

Febre amarela

(1) A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser administrada na maternidade, nas primeiras 12 horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de 03 (três) doses, com intervalos de 30 dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose.

(2) O esquema de vacinação atual é feito aos 2, 4 e 6 meses de idade com a vacina Tetravalente e dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP). O primeiro reforço aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos.

(3) É possível administar a primeira dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 a 14 semanas de vida).

(4) É possível administrar a segunda dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida). O intervalo mínimo preconizado entre a primeira e a segunda dose é de 4 semanas.

(5) A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residam ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela 10 (dez) dias antes da viagem.

Acompanhe o Calendário de Vacinação do Adolescente (1)

IDADE

VACINAS

DOSES

DOENÇAS EVITADAS

De 11 a 19 anos (na primeira visita ao serviço de saúde)

Hepatite B

1ª dose

Contra Hepatite B

dT  (Dupla tipo adulto) (2)

1ª dose

Contra Difteria e Tétano

Febre amarela (3)

Reforço

Contra Febre Amarela

SCR (Tríplice viral) (4)

dose única

Contra Sarampo, Caxumba e Rubéola

1 mês após a 1ª dose contra Hepatite B

Hepatite B

2ª dose

contra Hepatite B

6 meses após a 1ª dose contra Hepatite B

Hepatite B

3ª dose

contra Hepatite B

2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

2ª dose

Contra Difteria e Tétano

4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

3ª dose

Contra Difteria e Tétano

a cada 10 anos, por toda a vida

dT (Dupla tipo adulto) (5)

reforço

Contra Difteria e Tétano

Febre amarela

reforço

Contra Febre Amarela


(1) Adolescente que não tiver comprovação de vacina anterior, seguir este esquema. Se apresentar documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado.

(2) Adolescente que já recebeu anteriormente 03 (três) doses ou mais das vacinas DTP, DT ou dT, aplicar uma dose de reforço. É necessário doses de reforço da vacina a cada 10 anos. Em caso de ferimentos graves, antecipar a dose de reforço para 5 anos após a última dose. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.

(3) Adolescente que resida ou que for viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem.

(4) Adolescente que tiver duas doses da vacina Tríplice Viral (SCR) devidamente comprovada no cartão de vacinação, não precisa receber esta dose.

(5) Adolescente grávida, que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 5 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço.  A dose deve ser aplicada no mínimo 20 dias antes da data provável do parto. Em caso de ferimentos graves, a dose de reforço deve ser antecipada para cinco anos após a última dose .

Acompanhe o Calendário de Vacinação do Adulto e do Idoso

IDADE

VACINAS

DOSES

DOENÇAS EVITADAS

A partir de 20 anos

dT (Dupla tipo adulto)(1)

1ª dose

Contra Difteria e Tétano

Febre amarela (2)

dose inicial

Contra Febre Amarela

SCR (Tríplice viral) (3)

dose única

Contra Sarampo, Caxumba e Rubéola

2 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

2ª dose

Contra Difteria e Tétano

4 meses após a 1ª dose contra Difteria e Tétano

dT (Dupla tipo adulto)

3ª dose

Contra Difteria e Tétano

a cada 10 anos, por toda a vida

dT (Dupla tipo adulto) (4)

reforço

Contra Difteria e Tétano

Febre amarela

reforço

Contra Febre Amarela

60 anos ou mais

Influenza (5)

dose anual

Contra Influenza ou Gripe

Pneumococo (6)

dose única

Contra Pneumonia causada pelo pneumococo

(1) A partir dos 20 (vinte) anos, gestante, não gestante, homens e idosos que não tiverem comprovação de vacinação anterior, seguir o esquema acima. Apresentando documentação com esquema incompleto, completar o esquema já iniciado. O intervalo mínimo entre as doses é de 30 dias.

(2) Adulto/idoso que resida ou que for viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA, MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Em viagem para essas áreas, vacinar 10 (dez) dias antes da viagem.

(3) A vacina tríplice viral - SCR (Sarampo, Caxumba e Rubéola) deve ser administrada em mulheres de 12 a 49 anos que não tiverem comprovação de vacinação anterior e em homens até 39 (trinta e nove) anos.

(4) Mulher grávida que esteja com a vacina em dia, mas recebeu sua última dose há mais de 05 (cinco) anos, precisa receber uma dose de reforço. A dose deve ser aplicada no mínimo 20 dias antes da data provável do parto. Em caso de ferimentos graves, a dose de reforço deverá ser antecipada para cinco anos após a última dose.

(5) A vacina contra Influenza é oferecida anualmente durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso.

(6) A vacina contra pneumococo é aplicada durante a Campanha Nacional de Vacinação do Idoso nos indivíduos que convivem em instituições fechadas, tais como casas geriátricas, hospitais, asilos e casas de repouso, com apenas um reforço cinco anos após a dose inicial.

 

(GL)

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