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Gerentes da Rede de Proteção Social Básica e da Rede de Proteção Social Especial da Secretaria de Desenvolvimento Social de Patos estiveram na manhã desta terça-feira, dia 13, no auditório da UEPB, participando de uma qualificação profissional para preenchimento da Ficha de Notificação de Violência Interpessoal/Autoprovocada do Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação).

 

A capacitação foi ministrada pela Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, Núcleo de Doenças e Agravos não Transmissíveis, da Secretaria de Estado da Saúde (SES) e foi direcionada para os 25 municípios da III Macrorregião, compreendendo profissionais que atuam nas áreas da saúde, educação, assistência social, conselhos tutelares e conselhos de direitos. Representando Patos estavam as coordenadoras das Redes de Proteção Básica, Paloma Araújo; e Proteção Especial, Ilva Lacerda.

 

A ficha de notificação do Sinan tem por objetivo registrar todo tipo de violência física, sexual, financeira, moral e negligência. Durante o evento a ficha foi apresentada para os profissionais que ainda não a conheciam, e foram abordados temas como portarias, inclusão de notificações, mudanças da ficha, além da importância das notificações para o Estado e municípios.

 

“Nós fomos chamados para que enquanto município, atentemos para a alimentação dessa ficha, pois estamos perdendo recursos, tendo em vista que só eles só são repassados a medida em que são apresentados os meios para que esses recursos venham para trabalhar aquela política. Foram convocados todos os municípios que fazem parte da III Macrorregião e  a gente viu uma explanação de toda a ficha, onde são contemplados todos os tipos de violência,” disse a gerente da Rede de Proteção Social Especial da Secretaria de Desenvolvimento Social de Patos, Ilva Lacerda.

 

Na ficha de notificação do Sinan são colocados os nomes das vítimas, dados pessoais, o tipo de violência, informações sobre o agressor, como nome, parentesco com a vítima e se estava usando algum tipo de droga, além de outras informações acerca do caso. Ou seja, um dos objetivos é saber o tipo de violência que mais ocorre e o perfil dos agressores.

 

“Lá a gente viu o quanto é importante gerar meios para conter, minimizar e erradicar essas violências. As notificações são uma forma de informar as necessidades gerando meios pelos quais os recursos vêm para que a política de proteção seja trabalhada no estado e nos municípios. Foi um momento muito esclarecedor,” concluiu Ilva.

 

ILVA LACERDA - COORD. REDE DE PROTEÇÃO ESPECIAL

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