Imprimir Por COORDECOM Sexta-Feira - 25 de Maio de 2018

A Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (PROCON Patos) realizou durante os dias 21 e 22 de maio mais uma pesquisa de preço, desta vez referente a um produto que faz parte da dieta da população, o frango.
A pesquisa teve por base o valor referente ao quilo do frango, e os dados foram coletados em 16 estabelecimentos comerciais entre granjas e frigoríficos. Ao todo foram analisados nove subprodutos.
Conforme a pesquisa o quilo do frango abatido pode ser encontrado nos valores entre R$ 4,70 e R$ 7,90; já o frango assado varia entre R$ 8,00 e R$ 15,00.
Os valores das partes do frango também apresentaram variações de acordo com a pesquisa. O peito de frango foi encontrado com o valores entre R$ 7,90 a R$ 10,00; a asa varia de R$ 6,50 a R$ 11,49; a coxa e sobrecoxa, de R$ 6,00 a R$ 9,00; o fígado e moela vendidos juntos são encontrados no menor preço por R$ 4,70 e no maior por R$ 6,50; o miúdo variou entre R$ 1,50 e R$ 3,00; o coração alterou entre R$ 7,00 e R$ 14,00 e por último, o filé de peito apresentou valores entre R$ 8,90 e R$ 13,00.
De acordo com o secretário do PROCON Patos, Bruno Maia, a pesquisa revelou que há uma variação bastante considerável nos valores aplicados tanto no frango abatido inteiro, como nos cortes da ave, e alguns cortes apresentam variação de 100% de um estabelecimento para outro.
“Foram verificados não os preços do frango inteiro, como também dos cortes relacionados à ave. Verificamos que houve uma discrepância muito grande de valores em alguns desses cortes, desde o mais barato para o mais caro. A exemplo do miúdo que chegou uma variação de até 100% de um estabelecimento para outro. O frango inteiro uma variação de até 68% e o frango assado uma variação de 87%,” informou.
Bruno Maia pede ainda que o consumidor esteja atento e sempre verifique as condições do estabelecimento comercial.
“Pedimos aos consumidores verifiquem as condições de do estabelecimento, que o produto seja sempre pesado na sua frente, condições de acondicionamento. E se houver qualquer suspeita de que o produto que você está adquirindo não esteja condizente com as situações sanitárias legais, bem como tiver suspeita de que existe algum problema de preços ou outro relacionado à relação de consumo no estabelecimento comercial pode denunciar ao Procon,” concluiu.
BRUNO MAIA - PESQUISA
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