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Programa terá início nesta sexta-feira (04), no Monte Castelo

Por Coordecom Quinta-Feira - 3 de Outubro de 2013


Visando atender melhor a população de Patos na tentativa de dialogar com os moradores e encontrar soluções para os problemas existentes nos bairros da Cidade, a Prefeitura Municipal dará início na manhã dessa sexta-feira, 04 de outubro, no bairro do Monte Castelo, a Edição 2013 do programa “Patos Pra Frente”. Durante todo o dia os principais serviços da administração municipal estarão sendo oferecidos aos moradores da localidade e adjacências.

 

De acordo com a prefeita Francisca Motta, a presença do poder público municipal nas comunidades tem como principal meta oferecer serviços e melhorar a vida dos moradores.

 

“O programa Patos Pra Frente é uma Lei Municipal e justamente no mês de aniversário da cidade nós decidimos lançar a sua Edição 2013, dessa vez agregando mais serviços e ações. Isso porque ao instalarmos o Governo Municipal em um bairro, as demandas ali existentes serão colocadas pelos seus moradores diretamente ao gestor, fortalecendo o diálogo com os patoenses,” ressaltou a Prefeita.

 

De acordo com Francisca Motta, um calendário já foi elaborado pelo seu Gabinete e o programa “Patos Pra Frente” beneficiará todas as regiões da cidade. “Realizaremos o primeiro no Bairro Monte Castelo, instalaremos o Governo Municipal na Rua José Satyro Quinho, no próximo dia 04 de Outubro. Tenho certeza que a população participará e desfrutará de todas as ações, serviços e atendimentos que iremos disponibilizar,” antecipou a Prefeita.

 

A Prefeita disse ainda que a edição 2013 do “Patos Pra Frente” trará aos usuários ainda mais serviços e ações direcionadas para as necessidades de cada localidade. “Queremos destinar aos moradores, atendimentos e serviços prioritários para eles. Para atingirmos esse objetivo, através dos equipamentos Municipais existentes em cada região, a exemplo das Unidades de Saúde, dos CRAS, das Escolas Municipais, as Secretarias traçaram um raio-x do que deve ser oferecido naquela comunidade, para dirimirmos as demandas reprimidas”, completou Francisca Motta.

 

(LA)

 

 

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