Imprimir Visando a implementação da Política Nacional de
Resíduos Sólidos e a mudança nos padrões de produção e consumo, a Prefeitura
Municipal de Patos, através da Secretaria de Meio Ambiente participou da
Oficina Preparatória para a 4ª Conferência Estadual de Meio Ambiente, promovida
pelas Secretarias Estaduais dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da
Ciência e Tecnologia. A reunião aconteceu nesta quarta-feira, 22, no auditório
da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e reuniu vários representantes
das cidades do Sertão Paraibano.
“A oficina foi uma oportunidade onde trocamos
experiência sobre projetos dos municípios vizinhos voltados ao gerenciamento
dos Resíduos Sólidos”, enfatizou o Engenheiro Químico da Secretaria de Meio
Ambiente de Patos, Silvio Alves Moreira.
Durante todo o dia os participantes debaterão
assuntos com foco nos temas, Produção e Consumo Sustentáveis, Redução dos
impactos Ambientais e Geração de Emprego e
Renda.
“No próximo ano o município terá por obrigação
acabar com o lixão, sendo assim, essa Conferência vai servir de base para que
possamos criar estruturas adequadas para o problema, e sairmos dessa situação.
Outro ponto importante será a geração de emprego e renda para os
catadores do lixão da cidade de Patos”, informou o Secretário de Articulação
Social, Taunay Dantas.
A IV Conferência Nacional do Meio Ambiente acontece
nos dias 24 a 27 de outubro, em Brasília, e têm como meta qualificar o poder
público, setor privado, sociedade civil organizada, cooperativas de catadores e
cidadãos em geral no esforço nacional para reduzir a geração dos resíduos
sólidos.
O tema também foi um dos focos da Rio+20 onde
levantou a necessidade de como produzir mais, usando mais energias renováveis,
menos recursos naturais e gerando menos resíduos.
Resíduo Sólido: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, em estados sólidos ou semissólidos, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnicas ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. Exemplo, pilhas e baterias, televisores, aparelhos celulares, computadores, cloro, água sanitária, eletrodomésticos, etc.
(L.A.)
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