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Política de Resíduos Sólidos é debatida em Patos

Por Coordecom Quarta-Feira - 22 de Maio de 2013


Visando a implementação da Política Nacional de Resíduos Sólidos e a mudança nos padrões de produção e consumo, a Prefeitura Municipal de Patos, através da Secretaria de Meio Ambiente participou da Oficina Preparatória para a 4ª Conferência Estadual de Meio Ambiente, promovida pelas Secretarias Estaduais dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia. A reunião aconteceu nesta quarta-feira, 22, no auditório da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e reuniu vários representantes das cidades do Sertão Paraibano.

 

“A oficina foi uma oportunidade onde trocamos experiência sobre projetos dos municípios vizinhos voltados ao gerenciamento dos Resíduos Sólidos”, enfatizou o Engenheiro Químico da Secretaria de Meio Ambiente de Patos, Silvio Alves Moreira.

 

Durante todo o dia os participantes debaterão assuntos com foco nos temas, Produção e Consumo Sustentáveis, Redução dos impactos Ambientais e Geração de Emprego e Renda. 

 

“No próximo ano o município terá por obrigação acabar com o lixão, sendo assim, essa Conferência vai servir de base para que possamos criar estruturas adequadas para o problema, e sairmos dessa situação. Outro ponto importante será a geração de  emprego e renda para os catadores do lixão da cidade de Patos”, informou o Secretário de Articulação Social, Taunay Dantas.

 

A IV Conferência Nacional do Meio Ambiente acontece nos dias 24 a 27 de outubro, em Brasília, e têm como meta qualificar o poder público, setor privado, sociedade civil organizada, cooperativas de catadores e cidadãos em geral no esforço nacional para reduzir a geração dos resíduos sólidos.

 

O tema também foi um dos focos da Rio+20 onde levantou a necessidade de como produzir mais, usando mais energias renováveis, menos recursos naturais e gerando menos resíduos.

 

Resíduo Sólido: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, em estados sólidos ou semissólidos, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnicas ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível. Exemplo, pilhas e baterias, televisores, aparelhos celulares, computadores, cloro, água sanitária, eletrodomésticos, etc.

 

(L.A.) 

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