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Vacinação contra o HPV tem continuidade em Patos

Por Coordecom Terça-Feira - 1 de Abril de 2014


A campanha de vacinação contra o HPV (papilomavírus humano), voltada para meninas entre 11 e 13 anos, continua em andamento na cidade de Patos, como garantiu a coordenadora técnica do setor de imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Socorro Guedes.

 

Até a última sexta-feira, dia 28 de março, o município havia alcançado o percentual de 70% de cobertura, em relação à meta estabelecida, que é imunizar 2 mil adolescentes.

 

Em Patos, todos os postos de saúde foram abastecidos para oferecer a dose, considerada de extrema importância para a prevenção do câncer de colo de útero. Além das unidades de saúde da família que estão atendendo demanda espontânea, há equipes de saúde da família visitando escolas públicas municipais, estaduais e particulares, para repassar orientações sobre a vacina, bem como para agendar com a escola o dia que a mesma será trabalhada.

 

Segundo Socorro Guedes, algumas unidades de saúde estão impossibilitadas de realizar a vacinação, pois passam por reforma ou ainda não possuem profissionais capacitados. “Por esses motivos, algumas unidades de saúde estão sem aplicar a vacina, mas essas são minoria. O que posso garantir é que estamos programando uma nova capacitação para os técnicos que ainda não foram capacitados, para que e assim possamos resolver essas pendências”, afirmou.

 

Vale reassaltar que, a adolescente que ainda não foi vacinada pode procurar pela vacina em qualquer unidade básica de saúde do município, não sendo obrigatório que isso aconteça apenas na unidade de sua área.

 

A vacina está disponível nos postos da rede pública durante todo o ano, como parte da rotina de imunização, por meio de uma parceria entre as secretarias estaduais e municipais de saúde e de educação. As escolas que ainda não receberam a visita dos técnicos, devem entrar em contato com a Secretaria Municipal de Saúde e solicitar a vacinação.

 

A vacina contra HPV tem eficácia comprovada para proteger mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual e, por isso, não tiveram nenhum contato com o vírus, sendo que, cada adolescente deverá tomar três doses para completar a proteção, a segunda dose deverá ser tomada seis meses depois e a terceira, cinco anos após a primeira dose.

 

(HB)

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