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CMDCA elege instituições representantes para o biênio 2011/2012 

Por Coordecom Quarta-Feira - 3 de Novembro de 2010


O Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente – CMDCA, se reuniu na tarde desta quarta-feira (03), na Casa dos Conselhos, centro de Patos, para realizar a assembléia geral eletiva que escolheu os representantes da sociedade civil, para dirigir o conselho no biênio 2011/2012.

Em conformidade com a lei Nº 1.936/92 (Art.9°), foram convocadas através de ofício para participarem da eleição, 17 instituições, entre organizações não governamentais, entidades e prestadoras de serviço de atendimento a criança e ao adolescente. As entidades concorrentes foram todas credenciadas seguindo os critérios exigidos pela comissão organizadora do pleito.

O CMDCA – Patos, é composto por 14 membros titulares, 7 representando o poder público municipal e 7 representando os interesses da sociedade civil organizada, ONGs e outras entidades (que indicam seus representantes).

Através de uma votação entre os próprios membros representantes das 11 entidades que estiveram presente, foram escolhidas 7 para representar a sociedade civil organizada.

Foram elas; ABENAL, ASDP, UAC, APAE, ACEV, Operação Resgate e Pastoral da Criança.

“Todos aqui carregam o mesmo sentimento, de buscar melhorias para a criança e o adolescente através de políticas públicas. O que falta muitas vezes é uma visão maior do sistema, mas que esperamos avançar nesse sentido, tendo em vista a união com a outra parte diretoria do conselho, formada por membros da administração pública”, relatou o presidente do CMDCA, Judivan Pereira.

Taunaí Dantas, secretário de Articulação Social do município, disse que o próximo passo é em relação a escolha dos sete membros do poder público municipal, já que essa é uma prerrogativa do prefeito Nabor Wanderley.

“Feita essa escolha, nós iremos nos juntar e faremos a eleição da mesa diretora para o biênio de 2011 e 2012”, afirmou.

Um dos grandes objetivos do CMDCA é estabelecer uma articulação entre projetos, políticas públicas, a classe empresarial e as diversas organizações beneficentes, a fim de construir uma rede de proteção e garantia aos direitos das Crianças e dos Adolescentes.

(HB)
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