Capacitação pretende erradicar a violência contra crianças e adolescentes
A Universidade Federal da Paraíba (UFPB) realiza até hoje (23/04), em Patos, a capacitação do Projeto Escola que Protege (EqP) para professores e funcionários de escolas públicas e funcionários de instituições que atuam na defesa de crianças e adolescentes em situações de vulnerabilidade social de 10 escolas da rede municipal patoense. A capacitação de educadores tem como finalidade principal erradicar os diversos tipos de violência que são praticadas rotineiramente contra crianças e adolescentes no interior dos lares, nas escolas e na sociedade de modo geral.
Esta capacitação que faz parte de um projeto de extensão da Pró-Reitoria da UFPB é composta de palestras, mesas redondas, painéis e atividades complementares. Os temas são variados e tratam desde o olhar sobre a dimensão simbólica da infância brasileira até o papel das universidades na formação de profissionais para o enfrentamento da violência.
Nessa primeira etapa do Projeto estão sendo capacitados 60 professores. No lançamento do Projeto Escola que Protege foi realizada na noite desta quinta-feira (22), uma palestra, ministrada pela coordenadora do projeto, Maria Senhorinha Soares Ramalho, para mais de 100 participantes sobre como a violência infantil é tratada e prevista pela legislação.
Estiveram presentes, o secretário de Educação de Patos, José Francisco de Sousa (Zeca), a secretária-adjunta, Rita da Cássia Feitosa Alves, Sandra Vaz de Miranda (Ministério do Trabalho), Poliana Xavier Brito (Coordenadora do Programa Saúde na Escola em Patos), Maria Sônia Nascimento Pereira (Pastoral do Menor da Diocese de Patos), Adalmira Marques Cajuaz da Silva (Gerente da 6ª Região de Ensino) e Adjane Medeiros de Moraes (CREAS).
O projeto Escola que Protege é desenvolvido pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em parceria com a Secretaria de Educação de Patos. A principal estratégia é o financiamento de projetos de formação continuada de profissionais da educação da rede pública de educação básica, além da produção de materiais didáticos e paradidáticos nos temas do projeto.
A certificação do curso está condicionada à apresentação, pelos concluintes, de projeto de intervenção para o espaço escolar onde atuam. São priorizados os projetos apresentados por instituições públicas de ensino superior. (AAS).