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Localizado em um ponto estratégico da cidade, no Terminal de Integração Urbano e Regional, por onde diariamente circula um público advindo de mais de 60 cidades da região, o Centro de Comercialização do Artesanato Patoense, vem atendendo as expectativas das artesãs e cumprindo com a prerrogativa principal de sua criação, que é o de destacar a produção e valorizar o artesão da cidade.

 


O Centro foi inaugurado há pouco mais de um mês e, segundo a artesã Rivailda Pereira de Andrade, modificou por completo a rotina e a realidade de mais de 20 artesãs que expõem e comercializam seus produtos no local.


“Eu faço uma avaliação maravilhosa do Centro de Comercialização do Artesanato Patoense, porque dentro desse período de um mês, nós já superamos nossas metas de vendas e estamos muito satisfeitas por contar com esse espaço fixo, onde podemos expor e vender nossos produtos de forma permanente. Antes a gente só vendia nas feiras que aconteciam de mês em mês, de três em três meses, mas agora nós temos nosso espaço”, comemorou Rivailda.


O secretário de Desenvolvimento Econômico e Habitação de Patos, Everaldo Lima, também avaliou de forma positiva o primeiro mês de atividades do Centro de Comercialização. “É com grande satisfação que a gente faz uma avaliação desses trinta dias desde a inauguração do Centro de Comercialização do Artesanato Patoense, onde as artesãs de Patos estão vendendo e mostrando seus produtos não só a nossa população, mas também para os viajantes de mais de 60 municípios, o que o torna muito mais interessante, pois esses visitantes tanto adquirem os produtos, como os levam para essas cidades de onde eles advém”, ressaltou.


As artesãs dispõem de um espaço amplo, climatizado e bem organizado, que fica aberto nos três turnos, nos quais a equipe se reveza para atender os visitantes, que são muitos, conforme relatou a artesã Geni Lima. “Está sendo muito bom o movimento, as vendas estão ótimas, estamos recebendo encomendas para lembranças de casamento, de recém-nascidos, e o público está nos visitando muito. As pessoas das cidades vizinhas que vêm para o Terminal, sempre nos prestigiam e, mesmo quando não compram, eles fazem muitos elogios e valorizam bastante o nosso trabalho”, concluiu a artesã.

 

(CC) 

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