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Antes do desfile, deu-se o arreamento do pavilhão Nacional, feito pelos representantes dos três poderes: o Juiz Issac Torres, em nome do Fórum Miguel Sátyro, representando o poder judiciário; o vereador Marcos Eduardo, presidente da Câmara Municipal de Patos, representando o poder legislativo; e o prefeito Nabor Wanderley, representando o poder executivo.  

 

O secretário de educação José Francisco de Sousa (Zeca) esteve na solenidade de abertura do desfile, representando o corpo de secretários da prefeitura municipal de Patos; além do tenente Esaú, comandante da tropa (IIIº BPM); tenente-coronel, Carlos (IIIº BPM) e o tenente Guedes (Tiro de Guerra). 

 

Logo em seguida, as autoridades fizeram uma vistoria às tropas do Tiro de Guerra, Corpo de Bombeiros e III Batalhão de Polícia Militar. Os representantes dos três poderes seguiram em carro aberto à frente do desfile, por volta das 17h pelas ruas Solónde Lucena e Epitácio Pessoa; logo em seguida foi à vez da banda filarmônica 26 de julho desfilar eem seguida, o bloco militar. 

 

O palanque oficial que recebeu as autoridades, mais uma vez, foi armado ao lado da prefeitura, onde existia um telão que acompanhava toda a festa cívica. 

 

O Juiz de direito, e representante do Fórum Miguel Sátyro, Isaac Torres, disse que o desfile de sete de setembro em Patos é, acima de tudo, uma festa da sociedade como um todo.  “Mais uma vez o povo de Patos comparece para assistir ao desfile e Patos é uma cidade em que o desfile não é apenas dos estudantes, é da sociedade inteira: participam militares, estudantes, escolas, funcionários e entidades filantrópicas”, afirmou. 

 

Com o fim dos desfiles militares, vieram as primeiras instituições de ensino e filantrópicas, cada uma delas tratando de um tema referente ao bairro onde está instalada. 

 

O prefeito Nabor Wanderley disse que depois que o horário da tarde foi escolhido para o desfile, a participação do público aumentou e as escolas puderam ter mais tranqüilidade para desenvolver seus temas sem sofrer com a temperatura, visto que o desfile era realizado, antigamente, pela manhã.  

 

“Não tem mais como esse desfile voltar para de manhã, a temperatura é muito alta, além disso o asfalto quente prejudicava o andamento das escolas, principalmente àquelas ]que tinham crianças em suas fileiras”, lembrou Nabor (MN).
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