Pacto Nacional de Enfrentamento Contra Violência da Mulher é assinado em Patos

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Com o objetivo de estabelecer políticas públicas, desenvolvendo atividades que priorizem o enfrentamento contra violação dos direitos da mulher, bem como qualquer tipo de violência que coloque em situação de risco esse gênero; a cidade de Patos se comprometeu oficialmente na última segunda-feira, 16 de novembro, com o Pacto Nacional de Enfrentamento Contra Violência da Mulher.

 

A assinatura do pacto aconteceu dentro da programação da “Praça da Gente”, projeto do Governo do Estado que leva ações de cidadania para diversas cidades; contando com a presença do chefe do executivo Estadual, o Governador José Targino Maranhão, a Deputada Estadual Francisca Mota e o Prefeito da cidade de Patos, Nabor Wanderley; bem como de representantes da Associação de Apoio a Mulher Patoense, vinculados a Casa dos Conselhos e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social. O pacto contempla 38 cidades polarizadas por Patos, assegurando saúde e segurança para as mulheres da região.

 

De acordo com o governador paraibano, a assinatura do Pacto de Enfrentamento Contra Violência da Mulher foi mais um passo importante para o reconhecimento do valor desse gênero no Estado. “Estamos firmando esse compromisso nas grandes cidades; já fizemos em João Pessoa, Campina Grande, Guarabira, e agora com toda força na cidade de Patos; porque é necessário que este Governo, reconhecendo a importância e o valor da mulher, contribua para o respeito aos seus direitos fundamentais”, ressaltou o Governador José Maranhão, após a assinatura do pacto.

 

Segundo a presidente da Associação de Apoio a Mulher Patoense, Francisca Vasconcelos, o Pacto de Enfrentamento Contra Violência da Mulher, está no plano nacional de políticas públicas para as mulheres, determinada pela lei Maria da Penha, com determinações para Estados e Municípios, onde existem trabalhos voltados para a mulher. “Eu vejo essa assinatura do pacto na cidade de Patos, como mais um mecanismo criado, assinado ou sancionado, em torno da política para mulheres. O que nós esperamos, e iremos acompanhar, é que esse pacto não fique apenas nas assinaturas; queremos que o mesmo venha criar organismos que de fato, atuem como estratégias para se enfrentar a violência contra a mulher nessa região.” (NR)

 

 

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