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Aconteceu na manhã desta quinta-feira, dia 19, na Escola Municipal CIEP IV Alfredo Lustosa/Aggeu de Castro, localizada no Alto da Tubiba, uma atividade sobre higiene pessoal dentro do Programa Saúde na Escola (PSE), promovida pela equipe do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF IV).

 

A ação tem como objetivo realizar o tratamento das crianças com pediculose capilar, como também sensibilizar crianças e familiares sobre importância da higiene corporal, dos objetos pessoais e do ambiente em que vivem.

 

Iniciando as atividades as crianças participaram de uma palestra educativa sobre higiene pessoal, que foi apresentada pelos profissionais de forma dinâmica e lúdica por meio de vídeos e teatro de fantoches. Em seguida, foi realizado o tratamento e a prevenção da pediculose com a lavagem dos cabelos das crianças com aplicação de uma loção medicinal dada pela Secretaria Municipal de Saúde.

 

De acordo com o fisioterapeuta do NASF IV, Walcellony Benício, esse foi o início da atividade, e que em dez dias a equipe retorna à escola para a segunda aplicação da loção. O fisioterapeuta frisou ainda que toda a atividade conta com a autorização prévia dos pais e dos responsáveis pelas crianças.

 

“Essa é mais uma de nossas atividades dentro do cronograma de ações do PSE. Hoje a nossa atividade é alusiva à higienização pessoal das crianças. Fizemos uma atividade educativa com elas e vamos fazer a aplicação da loção nos cabelos e a lavagem. Conseguimos com a secretaria de saúde as loções que serão aplicadas nas crianças como forma de tratamento nas que já têm o parasita, e também será aplicada como prevenção nas que ainda não apresentaram. Toda essa nossa atividade possui autorização prévia dos pais,” informou Walcellony.

 

Mais informações

 

A pediculose capilar, ou piolho, é um problema frequente nas escolas, gerando diversos problemas que afetam desde a saúde do couro cabeludo, até a diminuição do rendimento escolar da criança na escola.

 

Para o enfrentamento do problema, a criança infectada precisa ser tratada para seu próprio bem-estar, e para evitar a contaminação de outras pessoas. Para que as ações nas escolas tenham efeito prolongado é necessária a sensibilização e participação familiar.

 

WALCELLONY BENÍCIO - FISIOTERAPEUTA DO NASF IV

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