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Mutirão da Cidadania leva serviços ao presídio feminino

Por Coordecom Terça-Feira - 30 de Março de 2010


 

A procuradoria geral do município realizou durante toda a manhã de hoje, terça (30), mais uma iniciativa do Mutirão da Cidadania. Desta vez os serviços prestados levaram acompanhamento jurídico e gratuito ás apenadas do presídio feminino de Patos. Estiveram realizando o trabalho, o advogado e Procurador Geral do Município, Maurício Alves, os advogados, Márcio Wanderley, Charles Williams, Arquimedes Faustino e Socorro Lopes. O procurador Maurício Alves, falou o que motivou essa iniciativa e também sobre á  importância de se realizar um trabalho de acompanhamento dos processos  daquelas que se encontram no cárcere.

“Estamos hoje realizando o “Mutirão da Cidadania” aqui no presídio feminino e, posteriormente pretendemos ir até o masculino. Agente vê que falta realmente uma assistência jurídica por parte do estado e um melhor acompanhamento para essas pessoas. Estamos fazendo o levantamento dos dados das presidiárias e de todos os processos na tentativa de dar uma melhor assistência jurídica, pois independentemente do que tenha acontecido, são todos seres humanos e merecem uma nova chance”, relatou Maurício.

Maurício ainda disse que, é muito importante este trabalho ter sido iniciado principalmente na semana da Páscoa, além de ter sido uma grande satisfação pessoal para todos os advogados aqui presentes em nome da procuradoria do município, acredito que também levou esperança a muitas dessas pessoas que cumprem pena aqui no presídio feminino. “A partir de agora me comprometo a passar semanalmente aqui e ainda dar continuidade o que está sendo realizado hoje, fazendo um levantamento dos processos e também solicitando do prefeito e do secretário Eisenhower Alves de Brito, um acompanhamento médico mais efetivo do que já acontece aqui no presídio”, reforçou o procurador.
 
Jaqueline Ferreira (25 anos) que cumpre pena no presídio feminino de Patos, falou sobre o trabalho realizado com elas. “É a primeira vez que vejo isso acontecer aqui e acredito que será uma coisa muito boa pra ajudar quem já estiver com o direito de sair. Pois aqui não temos o acompanhamento de ninguém e quem não tem advogado, apodrece aqui dentro”, disse Jaqueline.  (HB) 
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