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MP DÁ PARECER NA TERÇA SOBRE CONCURSO PÚBLICO

Por Coordecom Quarta-Feira - 24 de Março de 2010


Ficou para a próxima terça-feira, o parecer da promotora Edivane Saraiva, com relação ao concurso público de Patos, que está oferecendo 732 vagas nas áreas de administração, educação e saúde. A reunião aconteceu hoje de manhã (24), na sede da promotoria, à Rua Pedro Firmino, centro da cidade.

A promotora Edivane Saraiva ouviu primeiro o prefeito Nabor Wanderley que deu explicações sobre o processo licitatório; depois, foi a vez dos representantes do IDASB; e, por último, a promotora ouviu o secretário de controle interno, Joanilson Gudes, presidente da comissão do concurso público.

“Eu vou analisar toda a documentação apresentada, assim como as declarações do IDASB, do prefeito e do presidente da comissão e, após isso, farei um relatório para apresentar à imprensa. Caso seja necessário tomar as providências cabíveis, tomarei: uma ação judicial, uma recomendação direta ao prefeito, seja o que for”, adiantou a promotora Edivane Saraiva.

O Ministério Público da Paraíba havia instaurado procedimento administrativo, no início do mês passado, para averiguar a idoneidade do instituto de desenvolvimento e apoio social do Brasil (IDASB), empresa responsável pela realização do concurso público no município de Patos. O representante do IDASB, Cristiano Campos Heinzel, disse que o instituto não tem nada a esconder e acredita que a audiência vai servir para respaldar o concurso.

“Nós resolvemos prorrogar o prazo das inscrições para o dia 07 de abril, assim muito mais pessoas vão poder participar do certame. O pensamento da gente é fazer o melhor possível; o corpo técnico é qualificado e esse alto nível compensará as dúvidas naturais”, afirmou Cristiano.

O prefeito Nabor Wanderley fez analisou a reunião como positiva e disse que o município vai cumprir à risca o que for determinado pelo ministério público.

“Se houver algum ato de ilicitude por menor que seja, estaremos prontos para cumprir o que for determinado pelo ministério público, para que a gente possa manter a legalidade, a transparência e a responsabilidade com o erário público”, finalizou.
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